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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Alfavaca-Cravo (Ocimum gratissimum)


Essa planta da foto acima é uma Alfavaca-cravo, que fiquei conhecendo em Milho Verde e me apaixonei!

Ela é como qualquer alfavaca mas tem as folhas maiores, e um aroma e sabor de manjericão e cravo.

Sua origem é o oriente, mas aqui no Brasil ela deu tão certo que nasce espontaneamente, e pra muita gente é só mato!



É usada em banhos antigripais, especialmente em crianças, e para nervosismo e paralisia. Seu chá é carminativo, sudorífico e diurético.

Eugenol-spaceFill.png

Seu gosto de cravo se deve a uma substancia chama da eugenol que é a mesma presente no cravo da índia e é um forte antisséptico, bactericida, antiviral, alem de auxiliar no tratamento de náuseas, flatulência, indigestão e diarreia. Nesta alfavaca tem cerca de 77,3% de eugenol, e no cravo vai de 10 a 90%.

Outra substância importante ma alfavaca-cravo é o 1,8-cineol, responsável pela sua ação expectorante e anti-séptica pulmonar.

Estudos mostraram que o teor máximo de eugenol ocorre ao meio dia, e o minimo as 17:00, enquanto que o 1,8-cineol tem seu maior teor de manha e no fim da tarde, quando deve ser colhido para o banho anti-gripal. Muito legal isso ne? Dependendo da ação que você quer ja sabe a hora que deve colher!
Tentei fazer um gráfico, mas não sou muito boa nisso kkkkkkk


Receitas

-Pode ser usado como tempero em varios pratos

 - o chá é bem gostoso, coloque um punhado de folhas em água fervente e abafe por alguns minutos.

- Faça como a receita do chá mais em maior quantidade: mais ou menos seis punhados de folhas para um litro. Tomar um banho antes de dormir.


Quem quer sementes?

Quando voltar em Milho Verde, provavelmente em fevereiro, se a planta ja estiver florida e com sementes, trarei algumas para doação. Quem quiser deixa uma mensagem!



sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Ginko biloba


A Ginko biloba, também chamada de árvore-avenca devido a semelhança de suas folhas com a erva avenca, é uma árvore nativa da China e do Japão. Aqui no Brasil só costuma florescer e frutificar no sul do país. (Plantas medicinais no Brasil)




Ela possui diversas propriedades: tem a capacidade de dilatar os brônquios e de controlar respostas alérgicas, por isso é utilizada nos casos de asma, alergia, bronquite e tosse. Também dilata os vasos sanguíneos e estimula a circulação, aumentando o fluxo sanguíneo para o cérebro, sendo assim muito usada para prevenir e tratar insuficiência cerebral em idosos, problemas circulatórios em geral, arritmias, para aumentar a concentração e melhorar a memoria, varias disfunções cerebrais, depressão, impotência sexual, ansiedade, claudicação intermitente(que é uma sensação de dor ou câimbra que acontece ao andar ou fazer exercício devido a diminuição do suprimento de oxigênio), vertigens e zumbido no ouvido.
Alem disso, possui ação antibacteriana e antifúngica.



Efeitos colaterais e contraindicações
Li em alguns sites que esta planta tem um efeito anti-agregante, ou seja, diminui a coagulação do sangue, isso pode ser bom em alguns casos, mas se você utiliza algum remédio anticoagulante ou tem alguma doença com esta condição é contraindicado seu uso. Também não associe esta planta com outras que possuam a mesma ação como o alho e o salgueiro. (Plantamed) Algumas pessoas podem apresentar alergia, então fique atento ao primeiros dias de uso.

Receitas
-As pessoas que costumam utilizar esta planta ingerirem uma colher de sobremesa das folhas secas moídas ou uma capsula que você encontra já manipulada para comprar diariamente para prevenir o entupimentos das veias cerebrais e suas consequências. (Plantas medicinais do Brasil)

-Chá: 1 colher de sopa de folhas picadas junto com dois copos de água fervendo. Deixe em infusão por cerca de 15 minutos. Tomar duas xícaras de chá ao dia. (Chá Benefícios)

E pra quem tem interesse em saber o que os estudos científicos tem falado sobre essa plantas, achei um resumo bem interessante de um artigo que fala um pouco sobre o que  ciência não conseguiu e o que conseguiu comprovar: http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/as_controversias_do_gingko_biloba.html